Ernildo Jacob Stein: Um mestre da ironia, diálogo e crítica heideggeriana
DOI:
https://doi.org/10.36592/opiniaofilosofica.2025.v16.1242Palavras-chave:
Ernildo Stein, Martin Heidegger, Verdade, MétodoResumo
O artigo celebra algumas efemérides – os 90 anos de Ernildo Stein, os 20 anos do dossiê IHU e, antecipadamente, os 60 anos da morte de Martin Heidegger, os 100 anos da publicação de Ser e tempo – não apenas como memória, mas como oportunidade para considerar o teor da filosofia exposta nos escritos do filósofo brasileiro. Por isso, na primeira parte, abordarei sinteticamente alguns elementos sobre a formação e atuação acadêmica de E. Stein e, na segunda parte, apresentarei uma leitura do Seminário sobre a verdade (1993), à luz de quatro conceito específicos: a ontologia fundamental, o método, a verdade, a violência e o engodo heideggeriano. As questões que orientam está análise são: primeira, o Heidegger de Ernildo Stein é um mero comentário de SZ ou é uma obra que o filósofo brasileiro recriou a partir da sua interpretação do filósofo da Floresta Negra?; e a segunda, até que ponto Heidegger pode ser lido fora da lógica da modernidade e da antropologia filosófica?
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