La dignidad humana en la era de la inteligencia artificial a la luz de Magnifica Humanitas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36592/opiniaofilosofica.2026.v17.1374

Palabras clave:

Dignidad Humana, Inteligencia Artificial, Paradigma Tecnocrático

Resumen

Este artículo investiga de qué modo los fundamentos filosóficos y teológicos de la dignidad humana pueden orientar el discernimiento ético de la inteligencia artificial, especialmente a la luz de la encíclica Magnifica Humanitas. Se adopta un enfoque bibliográfico, hermenéutico y teológico-crítico, en diálogo con la tradición personalista, la fenomenología de la alteridad, la filosofía de la técnica, la ética de la responsabilidad y los debates sobre transhumanismo y posthumanismo. El análisis sostiene que la dignidad no deriva del rendimiento, de la autonomía funcional, de la capacidad cognitiva o de la utilidad social, sino del valor ontológico de la persona, comprendida como un ser corporal, relacional, libre, vulnerable y abierto a la trascendencia. Se examina el paradigma tecnocrático, en el cual la eficiencia, el cálculo, la previsibilidad y la optimización tienden a convertirse en criterios normativos de la vida social, favoreciendo la reducción algorítmica de la persona a datos, perfiles y patrones de comportamiento. También se discute la diferencia entre la inteligencia humana y el rendimiento computacional, así como los riesgos de la opacidad, la concentración de poder, la simulación relacional y el perfeccionamiento desigual. Se concluye que la Encarnación, la comunión trinitaria y la dignidad ontológica ofrecen criterios para una gobernanza tecnológica orientada al bien común, la justicia, la responsabilidad, el cuidado y la protección de las personas vulnerables, sin rechazar los beneficios de la ciencia, la medicina, la accesibilidad y la innovación tecnológica.

 

Biografía del autor/a

  • Tiago de Fraga Gomes, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

    Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil. Professor do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil.

  • Clelia Peretti, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

    Doutora em Teologia pela Escola Superior de Teologia (EST), São Leopoldo, Brasil. Professora do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil.

  • Sônia Maria de Souza Bonelli, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

    Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil. Professora do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil.

  • Luiz Carlos Susin, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

    Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (PUG), Roma, Itália. Professor do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil.

  • Edison Hüttner, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

    Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana (PUG), Roma, Itália. Professor do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, Brasil.

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Publicado

2026-09-28

Número

Sección

Magnifica Humanitas: Humanismo y Inteligencia Artificial

Cómo citar

DE FRAGA GOMES, Tiago; PERETTI, Clelia; DE SOUZA BONELLI, Sônia Maria; SUSIN, Luiz Carlos; HÜTTNER, Edison. La dignidad humana en la era de la inteligencia artificial a la luz de Magnifica Humanitas. Revista Opinião Filosófica, Porto Alegre, v. 17, p. e1374, 2026. DOI: 10.36592/opiniaofilosofica.2026.v17.1374. Disponível em: https://mail.opiniaofilosofica.org/index.php/opiniaofilosofica/article/view/1374.. Acesso em: 24 oct. 2026.